Clarita Maia na Crusoé: O silêncio incômodo do Brasil no contraterrorismo
Em março de 2026, o governo equatoriano prendeu e deportou Sheij Mohammad (foto), diretor do Centro Cultural Equatoriano-Iraniano em Quito. O momento viralizou nas redes sociais latino-americanas: um homem de aparência respeitável e trivial escoltado por agentes da Polícia Nacional. A banalidade da imagem era, em si mesma, a mensagem. Segundo o Centro Nacional de Inteligência equatoriano, Mohammad mantinha vínculos...
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