Pequim e Moscou manifestaram sua insatisfação com as ações externas prejudiciais que afetam a estabilidade na região da Eurásia, segundo um comunicado conjunto divulgado durante a visita do primeiro-ministro chinês, Li Qiang, à Rússia. O comunicado, divulgado nesta quarta-feira (21) pela agência estatal chinesa Xinhua, enfatiza que tais interferências externas são a principal causa da instabilidade em todo o continente eurasiático. Ambos os países condenam veementemente qualquer ato de coerção externa que envolva o uso da força e que tenha como objetivo prejudicar a cooperação entre as nações da Eurásia. Além disso, o texto ressalta que China e Rússia continuarão a apoiar-se mutuamente em questões que dizem respeito aos seus interesses essenciais e principais preocupações. A China reafirma seu apoio à Rússia em defesa de sua segurança, estabilidade, unidade nacional, desenvolvimento, prosperidade, soberania e integridade territorial, rejeitando qualquer interferência externa em seus assuntos internos. Embora o comunicado não mencione diretamente um possível encontro entre o presidente russo Vladimir Putin e os líderes chinês, Xi Jinping, e americano, Donald Trump, foi informado anteriormente por um assessor do Kremlin que está sendo organizada uma possível reunião entre os três líderes durante a cúpula da Ásia-Pacífico em Shenzhen, na China, prevista para o próximo mês. Yuri Ushakov afirmou aos jornalistas que estão nos preparativos para este encontro inédito entre as lideranças da China, Rússia e Estados Unidos. O post China e Rússia criticam interferências externas na Eurásia apareceu primeiro em Notícias do Planalto.
China e Rússia criticam interferências externas na Eurásia
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