O ex-governador do Rio Cláudio Castro e o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, tinham relações próximas que indicavam convivência e essa proximidade teria resultado em facilidades para beneficiar a empresa, tida como a maior devedora de impostos do país, segundo um relatório da Polícia Federal relacionado à última das três operações da PF deflagradas contra Castro, em agosto.
De acordo com o relatório, o ex-governador considerava Magro “um amigo”.
Ambos foram alvos de uma primeira operação envolvendo a Refit, em maio deste ano.
Castro passou por buscas e apreensões, enquanto o empresário, que teve ordem de prisão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não foi localizado e está foragido.
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Castro considerava Magro, dono da Refit, um ‘amigo’, diz PF
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