Caso Master: Ex-presidente do Rioprevidência e gêmeos suspeitos de ocultar provas seguem presos
A Justiça Federal manteve a prisão dos três suspeitos de ocultuar provas da investigação da Polícia Federal (PF) sobre os investimentos do Rioprevidência no Banco Master. O ex-presidente da autarquia Deivis Marcon Antunes e os gêmeos Rafael e Rodrigo Schimtz passaram por audiência de custódia e permanecem presos.
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Na audiência, os juízes não entraram no mérito da prisão. Os magistrados analisam apenas se ela foi legal, como a validade do mandado de prisão nesse caso, e se há indícios de agressão aos detidos. Deivis passou pela audiência no Rio e os gêmeos em Santa Catarina, onde foram presos.
Deivis Marcon Antunes chega à delegacia da PF em Volta Redonda conduzido por agentes da PRF
Reprodução TV Globo
A defesa do ex-presidente do Rioprevidência já pediu à Justiça Federal a revogação da prisão temporária de Deivis Marcon a 6ª Vara Criminal da Justiça Federal do Rio, onde tramita o caso.
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Eles foram presos suspeitos de ocultarem provas. Dias antes da 1ª operação da PF sobre o caso, os irmãos teriam ido a um apartamento alugado por Deivis no mesmo prédio onde ele morava. Lá, teriam tirado documentos e provas. Os gêmeos são amigos de infância do ex-presidente do Rioprevidência.
Os irmãos moram em Itapema, cidade a 66 km de Florianópolis, e foram detidos em um escritório de advocacia de um parente.
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