De acordo com o laudo oficial de necropsia divulgado, nesta segunda-feira (31), a morte da empresária Giovanna Coelho Gomes, de 29 anos, foi causada por choque hemorrágico devido a sangramento, associado a uma síndrome compartimental abdominal.
A reportagem de O Liberal teve acesso ao documento, que informa que a causa da morte foi choque circulatório irreversível, decorrente da associação de dois fatores principais pós-cirúrgicos.
O primeiro teria sido o choque hemorrágico, provocado por grave hemorragia pós-operatória nos planos teciduais da parede abdominal, com presença de coágulos e hematomas.
O segundo fator diz respeito à síndrome compartimental abdominal, causada pelo aumento crítico da pressão intra-abdominal, ou seja, houve edema traumático, acúmulo de sangue e hematomas na região abdominal.
O documento médico-legal passou a integrar formalmente os autos da investigação.
Segundo familiares da vítima, o laudo atesta duas causas principais para a morte de Giovanna.
Giovanna Coelho Gomes morreu, no dia 8 de agosto de 2026, um dia após passar por procedimentos de cirurgia plástica em um hospital em Belém.
Conforme informações apuradas pelo Grupo Liberal, o advogado da família, Marco Pina, afirmou que o prontuário médico revelou inconsistências no atendimento desde a entrada da paciente na sala de cirurgia até a constatação da morte.
O caso é tratado provisoriamente como homicídio culposo, isto é, quando não há a intenção de matar.
O inquérito investiga possíveis condutas de negligência ou imperícia médica por parte da equipe envolvida.
A investigação policial sobre a morte da empresária Giovanna Coelho Gomes segue em segredo de Justiça. Devido ao segredo de Justiça, advogados e autoridades não podem detalhar perguntas e respostas específicas dos depoimentos prestados.
