Caso Epstein: mulher flagrada sob Andrew na mansão de financista seria vítima de tráfico sexual, diz deputado

 

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Imagens divulgadas nos chamados “arquivos Epstein” reacenderam a controvérsia envolvendo Andrew Mountbatten-Windsor, ao serem exibidas durante audiência da Comissão Judiciária da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, em Washington.

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As fotos mostram Andrew agachado ao lado de uma mulher não identificada na mansão de Jeffrey Epstein, em Nova York. O contexto em que os registros foram feitos não é conhecido.

Durante a sessão, o deputado democrata Ted Lieu afirmou que a mulher retratada seria vítima de tráfico sexual, enquadrada na Lei Federal de Proteção às Vítimas do Tráfico de Pessoas. Ele questionou a Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, sobre o motivo de Andrew nunca ter sido processado.

— Estas duas fotos são prova de um crime e mais do que suficientes para justificar uma investigação contra o ex-príncipe Andrew — declarou Lieu, de acordo com o jornal inglês Daily Mail.

Pam Bondi confirmou que o rosto da mulher foi ocultado em conformidade com as leis de proteção às vítimas, mas negou que as imagens, por si só, comprovem qualquer crime. O Departamento de Justiça dos EUA divulgou mais de três milhões de documentos relacionados a Epstein, mas nunca apresentou acusações formais contra Andrew.

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Não há confirmação pública de que Lieu tenha tido acesso a versões não editadas dos arquivos, embora parlamentares americanos tenham recebido material adicional sob confidencialidade.

As fotografias não indicam atividade criminosa explícita, e Andrew sempre negou irregularidades relacionadas a Epstein.