Caso Epstein: Bill Clinton declara a congressistas que nao fez nada de errado
O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, declarou aos congressistas que não viu nada e não fez nada de errado nas considerações iniciais do depoimento que investiga sua relação com Jeffrey Epstein. A fala foi divulgada por sua assoria de imprensa. Bill Clinton depõe, nesta sexta-feira, a um comitê do Congresso para falar sobre a ligação dele com Jeffrey Epstein, que é um magnata condenado por abuso sexual.
O depoimento acontece a portas fechadas, portanto, sem transmissão pública e gravada. James Comer, republicano presidente da Comissão da Câmara, afirmou que as transcrições dos depoimentos serão tornadas públicas. Comer também disse que os Clintons são acusados de irregularidades, mas devem responder a perguntas sobre o envolvimento de Epstein com sua fundação beneficente.
Clinton aparece em imagens ao lado de Epstein, inclusive, Tati, realizando voos particulares com o bilionário. Em uma das imagens, o ex-presidente aparece em uma banheira de hidromassagem ao lado de uma pessoa com o rosto borrado. No entanto, Tati, você ouvinte, não há acusações formais contra ele.
O ex-presidente nega qualquer irregularidade e já declarou arrependimento por ter mantido relações com Epstein. A ex-secretária de Estado e mulher de Bill, Hillary Clinton, depôs ontem, durante sete horas, sobre o mesmo assunto. Ela disse ter certeza de que Clinton não sabe nada sobre os crimes de Jeffrey Epstein e afirma que nunca conheceu o bilionário.
No depoimento, ela afirmou que não tinha informação alguma sobre as atividades criminosas de Epstein e pediu aos legisladores que questionassem o presidente Donald Trump sobre o financista. A convocação para o testemunho se tornou um confronto entre o ex-lÃder democrata e os colegas republicanos do presidente Trump. O casal sofre pressão polÃtica depois que os arquivos do caso foram revelados em dezembro de 2025.
A gente lembra que os republicanos são maioria no Congresso. O casal Clinton e democratas acusam os republicanos de tentar desviar a atenção das relações próximas de Epstein e o atual presidente dos Estados Unidos.
