Caso Brent Sikkema: ex-marido do galerista é sentenciado à prisão perpétua em tribunal de Nova York

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Fonte da notícia: Mixvale Mixvale

O caso Brent Sikkema teve desfecho definitivo na Justiça norte-americana em 6 de novembro de 2026. Daniel Sikkema, de 56 anos, foi sentenciado à prisão perpétua pelo Tribunal Federal de Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos, após ser considerado culpado por planejar e financiar o assassinato do ex-marido, o galerista nova-iorquino Brent Sikkema, de 75 anos.

A imposição da pena de prisão perpétua ocorreu após a condenação proferida por júri popular em 22 de maio de 2026. Na ocasião, os jurados reconheceram a culpa de Daniel em três acusações federais graves: homicídio mediante contratação, conspiração para cometer homicídio mediante contratação e conspiração para cometer homicídio em território estrangeiro.

A polícia do Rio de Janeiro, prendeu nesta quinta (18), o suspeito de matar o norte-americano Brent Sikkema, na última segunda (15). O preso foi localizado em um posto de gasolina situado entre as cidade mineiras de Uberlândia e Uberaba.

#LiveCNNBrasil pic.twitter.com/RdJS1Ugq2Q A sentença confirmou a responsabilidade integral de Daniel na elaboração do ataque que resultou na morte do proprietário de galerias de arte.

A promotoria demonstrou que o réu conduziu uma manobra premeditada de manipulação de pessoas próximas para consumar o plano financeiro. “A sentença de prisão perpétua proferida hoje responsabiliza Daniel Sikkema por um plano frio e premeditado de assassinato mediante contratação de um matador, que resultou na morte de seu ex-marido.

Durante meses, o réu manipulou amigos, familiares e funcionários para executar um assassinato motivado pela ganância. Suas ações demonstraram um profundo desprezo pela vida humana e pelo Estado de Direito”, declarou Jamie McDonald, procurador dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York.

O homicídio ocorreu na madrugada de 14 de janeiro de 2024, dentro da residência de férias de Brent Sikkema, localizada no bairro Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Na ação, o galerista sofreu 18 perfurações causadas por faca.

A execução material coube ao cubano Alejandro Triana Prevez, contratado por Daniel para viajar ao Brasil e cometer o assassinato. As autoridades policiais e judiciais rastrearam transferências financeiras, mensagens e deslocamentos que ligaram diretamente o planejamento de Nova York ao ataque em território carioca.

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