Está contratado para o ano que vem um salto no cerco à lavagem de dinheiro.
O Brasil começará a receber do exterior informações sobre operações de brasileiros com criptomoedas e as cruzará com dados que já existem na Receita e no Banco Central.
“Vai ser bastante legal”, antecipa uma pessoa a par do processo.
Além disso, os dois órgãos saberão, finalmente, quem são as pessoas físicas donas do dinheiro que circula nas fintechs sob a forma de fundos que pertencem a outros fundos.
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Carbono Oculto faz um ano e trabalha em silêncio
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