Caiado diz que decisão de Toffoli sobre Renan é

Caiado diz que decisão de Toffoli sobre Renan é 'tapetão' e que avanço de Cury é 'animador'

Fonte: Bandeira da fonte

O candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, criticou nesta terça-feira (1°) a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral, que restringiu a campanha digital do adversário Renan Santos, do Missão.
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Caiado classificou a decisão de Toffoli como um “tapetão”, ponderando que Renan deverá em breve recuperar a parcela suspensa de sua campanha.
"Sempre é um exagero decisões monocráticas.
Se você está num colegiado, o que se exige normalmente é que haja a consulta a todos os membros do colegiado.
Você não tem nenhuma decisão monocrática do Congresso Nacional, do presidente da casa.
Todas elas são apreciadas pelo pleno", disse.
Na decisão desta semana, Toffoli determinou a suspensão da propaganda eleitoral da chapa do Missão nos perfis não informados à Justiça Eleitoral, de repasses do Fundo Eleitoral e do direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.
O candidato não pode criar novos perfis, não pode postar em perfis de terceiros e não pode postar nos perfis dele que não foram informados ao TSE dentro do prazo, que terminou no dia 15 de agosto.
A campanha de Renan informou que pretende apresentar à Justiça Eleitoral ainda nesta terça um Mandado de Segurança para reverter a decisão.

Caiado comemora avanço de Augusto Cury em pesquisas
Caiado também celebrou o avanço do adversário Augusto Cury, do Avante, em pesquisas.
Para o candidato do PSD, o crescimento do empresário, que chegou a 11% das intenções de voto no primeiro turno segundo pesquisas recentes, representando um salto de nove pontos percentuais em curto espaço de tempo, mostra que ainda há espaço para candidatos fora da polarização entre o presidente Lula, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL.
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Caiado ainda afirmou que o desempenho dos candidatos fora da polarização pode mudar nas próximas semanas, e classificou a “radiografia do momento” como “animadora”.
Participando de agenda de campanha em um hospital na região central da capital paulista na manhã desta terça, Caiado destacou que, em seu eventual governo, não vai promover contingenciamento para gastos com Saúde.
Ele destacou, ainda, que caso vença as eleições, apresentará um projeto de Emenda à Constituição para que o ajuste fiscal do governo, ou seja, o teto de gastos da sua gestão, seja de 50% do PIB nacional.