O candidato do PSD à presidência, Ronaldo Caiado, afirmou que pretende se colocar como 'autoridade moral' para permitir o combate dos 'privilégios', como do Judiciário.
Ele comentou, em sabatina para a CBN, jornal O Globo e Valor que o Brasil está em uma 'desordem institucional'.
Em uma indireta para o presidente Lula e o candidato Flávio Bolsonaro, ele declarou que não será presidente para 'cuidar de escândalo da minha família'.
'Eu acredito no diálogo.
Eu acredito na transparência dos cargos.
Eu acredito no conhecimento das informações.
Agora, eu posso dizer uma coisa só.
Você tem que ter autoridade moral, que é que esse governo não tem'.
'Os governos que antecederam não tem, não tiveram.
E com isso, deteriorou o quadro fiscal do país.
A cada ameaça de uma CPI, liberava-se mais isso, liberava-se mais aquilo, fazia concessão para a outra, fazia concessão'.
Ronaldo Caiado, candidato à presidência da República pelo PSD, durante sabatina
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Caiado afirma que a 'autoridade moral' do presidente vai permitir combate de 'privilégios'
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