Brasileira recebe conta de R$ 84 mil após tratar mordida de cachorro em hospital dos EUA
A influenciadora brasileira Débora Rocha viralizou na internet após relatar que quase precisou pagar R$ 84 mil depois de tratar uma mordida de cachorro na mão em um hospital dos Estados Unidos. Em um vídeo publicado no Instagram, a jovem explicou que o país, diferentemente do Brasil, não possui um Sistema Único de Saúde (SUS) que garante a toda população o acesso de forma gratuita a consultas e exames médicos.
“Como uma mordida de um cachorro nos Estados Unidos agora me deixou quase endividada, com uma dívida de 17 mil dólares em um hospital de Orlando. Quando ela virou para mim e falou 17 mil dólares, eu fiquei muito triste pensando nas pessoas que não têm plano de saúde lá. Dei graças a Deus que a gente tinha feito um seguro-viagem”, disse a influenciadora brasileira Débora Rocha em um reels postado em seu perfil público no Instagram.
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Mas por que o tratamento foi tão caro?
Durante o reels, a influenciadora conta que estava hospedada em uma casa na Carolina do Norte e os vizinhos tinham quatro "cachorros fofos", o que a fez perguntar à tutora deles se os animais mordiam, e a dona dos pets disse que "não". Mas, em um certo dia, um dos cachorros atravessou a cerca da casa e a mordeu no quintal. “O poodle simplesmente me deu uma mordida. Eu tirei o meu braço e fez um buraco", destacou Débora.
Imediatamente, a jovem decidiu ir até o hospital para tomar a vacina contra a raiva, que é indicada quando há casos de mordidas de cachorros. Foi então que ela iniciou as medicações no local. Ao chegar lá, ela descobriu que a vacina poderia ser aplicada somente em um Emergency Room (ER), um pronto-socorro dos Estados Unidos, e assim foi informada de que deveria tomar quatro doses em até 14 dias.
Quando foi perguntar quanto custa o tratamento, Débora se assustou ao saber que o valor incluía US$ 2,5 mil por cada uma das duas doses de vacina, além de US$ 5 mil pela consulta e mais outro valor pelo tratamento com imunoglobulina. No final do vídeo, ela contou que conseguiu fazer o tratamento porque tinha seguro-viagem e não precisou pagar, e que tomou as outras duas doses da antirrábica quando retornou ao Brasil.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
