Brasil não pode perder oportunidades trazidas pela corrida tecnológica da IA
A participação brasileira na Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial (IA), realizada na Índia na semana passada, deveria servir de alerta: o mundo atravessa uma revolução na economia, e o Brasil mais uma vez ficará para trás se não agir com rapidez. A exemplo de mudanças climáticas, narcotráfico ou energia nuclear, a IA desponta como mais um tema em que apenas um compromisso global multilateral terá capacidade de dar conta de riscos que, como os benefícios, têm crescido a cada dia. Mas impor regras demais pode inibir a inovação. Para dar conta do dinamismo da tecnologia, as regras precisarão ser reavaliadas periodicamente e será necessário criar um mecanismo ágil de decisão e ação. O líder da OpenAI, Sam Altman, defendeu uma organização nos moldes da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para o setor. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
