Brasil é país com mais cidades em ranking global de atividade sexual; veja quais
Conversas sobre relacionamentos e vida sexual nunca saíram de moda, mas mudanças recentes na forma como as pessoas se conhecem, definem expectativas afetivas e encaram o sexo reacenderam o debate. Nos últimos anos, ganhou força a ideia de uma “recessão sexual”, impulsionada por estudos que apontam que a geração Z tem menos relações do que as anteriores.
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Às vésperas do Dia dos Namorados em vários países (celebrado em 14 de fevereiro, dia de São Valentim), a revista americana Time Out decidiu medir como anda a frequência sexual nas grandes metrópoles. A publicação ouviu 18,5 mil moradores de algumas das principais cidades do mundo e perguntou com que regularidade mantinham relações sexuais. O ranking foi organizado com base na proporção de entrevistados que responderam fazer sexo “pelo menos uma vez por semana”.
Duas cidades aparecem empatadas na liderança: Macau, na costa sul da China, e Cracóvia, na Polônia. Em ambas, 67% dos participantes afirmaram ter relações ao menos semanalmente. Na sequência, com 66%, aparecem Guadalajara, no México; São Paulo; e Luxemburgo, capital do país europeu homônimo. Porto, em Portugal, ocupa a terceira posição isolada, com 64%.
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O levantamento também destaca o desempenho do Brasil no ranking geral: três cidades — São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília — figuram entre as 20 primeiras colocadas, o que levou a revista a classificar o país como o “mais sexy” da lista. O México vem logo atrás, com duas cidades entre as mais bem posicionadas.
Confira as 20 cidades com maior proporção de moradores que afirmam fazer sexo ao menos uma vez por semana:
Macau (China) e Cracóvia (Polônia)
Guadalajara (México), São Paulo (Brasil) e Luxemburgo (Luxemburgo)
Porto (Portugal)
Marselha (França), Bangcoc (Tailândia) e Rio de Janeiro (Brasil)
Cidade do Panamá (Panamá) e Cambridge (Reino Unido)
Nápoles (Itália)
Medellín (Colômbia) e Bruxelas (Bélgica)
Hanói (Vietnã) e Bogotá (Colômbia)
Cidade do México (México)
Roterdã (Holanda), Brasília (Brasil) e San José (Costa Rica)
A pesquisa não detalha diferenças por faixa etária ou estado civil, mas reforça que, apesar das discussões sobre mudanças de comportamento nas novas gerações, a vida sexual nas grandes cidades segue ativa — ao menos para a maioria dos entrevistados.
