Brasil corre por vagas nos Jogos Olímpicos de Inverno com chance de medalha inédita
A um mês dos Jogos Olímpicos de Inverno e menos de duas semanas do final da janela de classificação, os atletas brasileiros buscam vagas para a edição de Milão-Cortina 2026. Os Jogos vão ser realizados de 6 a 22 de fevereiro de 2026.
A expectativa está maior para esta edição porque, pela primeira vez na história, o Brasil tem chances sólidas de conquistar uma medalha. O principal motivo é os desempenhos de Lucas Pinheiro Braathen, no esqui alpino, e de Nicole Silveira, no skeleton. Confira a situação das duas modalidades com mais chances, de acordo com informações do Comitê Olímpico Brasileiro:
Esqui Alpino
O Brasil possui duas vagas provenientes da cota básica (slalom e ou slalom gigante), uma masculina e uma feminina. Agora, ganha mais duas cotas masculinas pela posição de Lucas Pinheiro Braathen no ranking de largada da Copa do Mundo, que pegou sexto no slalom e quinto no slalom gigante. Caso Lucas fique no top 30 em duas disciplinas até 18 de janeiro, ainda garante duas cotas adicionais.
Skeleton
Nicole Silveira está dentro da zona de classificação Olímpica, com 608 pontos. Ela é a 13ª no ranking internacional e pegaria a quinta das 11 vagas “únicas” do skeleton feminino (quando apenas uma é destinada por país). Ela tem 324 pontos de vantagem sobre a primeira atleta fora da zona de classificação e apenas duas etapas restantes para cumprir: St. Moritz, Suíça e Altenberg, Alemanha. Já Eduardo Strapasson segue na busca por uma vaga inédita no skeleton masculino. Na somatória das quatro melhores provas, ele é 45º no ranking.
