Bombeiros registram quatro mortos e 203 casos de afogamentos no fim de ano nas praias de SP; ainda há três desaparecidos

 

Fonte:


O Grupo de Bombeiros Marítimo do Corpo de Bombeiros de São Paulo atendeu 203 ocorrências de afogamento entre 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2026. Durante o período, ao menos quatro pessoas morreram nas praias do litoral paulista.

A cidade que lidera o número de ocorrências de afogamentos é o Guarujá, na Baixada Santista, com 69 casos. A cidade registrou também duas mortes no período. Na sequência aparece Ubatuba, no Litoral Norte, com 37 afogamentos, e São Sebastião, também com 37 afogamentos.

Os outros óbitos ocorreram em Bertioga e na Praia Grande. Os bombeiros seguem em busca de três desaparecidos em praias de Itanhaém, Praia Grande e Bertioga.

Os dados, no entanto, contabilizam apenas as mortes que ocorrem no período de monitoramento das praias pelos Bombeiros, entre 7h e 19h. O caso de um turista de 29 anos que morreu afogado na Praia do Camburi, em São Sebastião, na madrugada do dia 31, encontrado sem vida por volta das 4h30, por exemplo, não entra na estatística.

Desde o início de dezembro até 1º de janeiro, ao todo, foram 14 óbitos nas praias do litoral de São Paulo e 582 salvamentos em casos de afogamento.

A previsão do tempo para o litoral nos próximos dias inclui calor, com temperaturas que chegam a 30ºC, com pancadas de chuva durante a tarde e à noite para cidades da Baixada Santista como Guarujá, segundo o Instituto Climatempo.

Em Mongaguá, no litoral sul, a chuva é esperada com mais intensidade no domingo, quando a previsão é de risco de pancadas durante todo o dia. O mesmo deve ocorrer em Ubatuba, no litoral norte, onde o domingo também deve ser chuvoso.

Os Bombeiros destacam que a população deve respeitas as sinalizações de risco e redobrar a atenção com crianças e idosos no mar. "Também é importante evitar o consumo de bebidas alcoólicas para quem for entrar na água, não subir em encostas ou pedras, não confiar em objetos flutuantes e priorizar sempre praias supervisionadas por profissionais treinados para atuar em situações de emergência", diz o alerta da corporação.