Bill e Hillary Clinton se recusam a depor em investigação do Caso Epstein; casal pode ser acusado de desacato

 

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Bill e Hillary Clinton se recusaram, nesta terça-feira (13), a depor no Congresso na investigação do Caso Epstein. Em agosto, o Comitê de Supervisão da Câmara intimou os Clinton a depor na investigação independente que conduz sobre o caso Epstein.

O casal afirma que o comitê, de maioria republicana, os está tratando de forma seletiva por serem adversários políticos do presidente dos EUA, Donald Trump.

"Cada pessoa precisa decidir quando já viu ou teve o suficiente e está pronta para lutar por este país, seus princípios e seu povo, não importa as consequências", escreveram os Clinton em uma carta ao deputado republicano James Comer, que preside o Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes. "Para nós, esse momento chegou."

Bill Clinton e Jeffrey Epstein.

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Após o pronunciamento, parlamentares do Partido Republicano passaram a se mobilizar para abrir processos por desacato ao Congresso contra o casal.

O desacato ao Congresso é um instrumento legal aplicado quando há recusa em atender a uma convocação para depor e pode resultar em multa e pena de até um ano de prisão.

O nome do ex-presidente Bill Clinton aparece nos arquivos relacionados ao caso Epstein, assim como o de Donald Trump, e há registros fotográficos em que Clinton surge ao lado de mulheres jovens. Até o momento, no entanto, os documentos divulgados durante o governo Trump não trazem provas que comprometam o democrata.

Em dezembro, Clinton chegou a pedir que o Departamento de Justiça tornasse público todo o material referente a Epstein. Sob pressão, Trump sancionou em novembro uma lei que determina a liberação completa desses documentos. No entanto, até o momento, os arquivos não foram divulgados.

Jeffrey Epstein ao lado de Bill Clinton.

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Mensagem de Bill Clinton para Jeffrey Epstein.

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