Bienal de SP ganha versão no Rio com expografia assinada por mulher negra pela 1ª vez: 'Possibilidade de sonhar'

 

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Quando criança, Gisele de Paula rabiscava toda a casa, deixando a mãe, Regina Lúcia, preocupada — e chegou a usar uma geladeira nova como “tela em branco” para as suas artes. Era a gênese de seu ofício hoje, aos 37 anos: construir mundos visuais em exposições. A arquiteta foi a primeira mulher negra a assinar a expografia da Bienal de São Paulo, em sua 36ª edição, que se encerrou em janeiro, e desenvolveu a versão itinerante no Museu de Arte do Rio (MAR), na zona portuária da cidade, que abre ao público em geral amanhã e fica em cartaz até 3 de maio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.