A Polícia Federal investiga conexões financeiras entre Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, e o advogado Willer Tomaz, incluindo vínculos com empresas de apostas e viagens em jatos executivos. Ambos negam irregularidades.
Um dos pontos apurados é a identificação de Flávio como “usuário master” da conta bancária da Alcazar Holdings, empresa de Tomaz sediada na Ilha da Madeira e ligada à Cathedral, acionista da Rede Loto, que obteve licença da Loterj sob suspeita de omitir seus beneficiários finais.
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A PF também apura a RioPag, empresa de processamento de pagamentos ligada a Tomaz. A companhia faturou quase R$ 188 milhões no Rio de Janeiro e enfrenta cobranças da Loterj de R$ 9,4 milhões por repasses pendentes e R$ 4,8 milhões em multas. Tomaz afirma que não administra a empresa.
Em janeiro de 2025, Flávio viajou com a família e Tomaz dos Estados Unidos para Brasília em um jato Legacy 650, ao custo de R$ 8,72 milhões, pago pelo advogado por meio da Alcazar Holdings. Em meados daquele ano, a Cathedral financiou ao menos três voos da dupla pela Europa.
A PF constatou ainda que a Bravo Grafeno, empresa de Flávio e Jair Bolsonaro, funciona no mesmo endereço comercial, em Águas Claras (DF), que a construtora RPLD, ligada a Antônio Carlos Camilo. No mesmo período, o escritório de advocacia de Flávio emitiu R$ 13,7 milhões em notas fiscais.
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Foto: divulgação O post Bets, voos e o que mais na sociedade de Flávio e Willer Tomaz na mira da PF apareceu primeiro em BNC Amazonas, o site de política!.
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