Bancada evangélica da Alesp perde 12 deputados, que não se reelegem em São Paulo

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

Até então com 31 nomes, a Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) pode perder força em 2026, uma vez que 10 de seus candidatos não conseguiram se reeleger, enquanto outros dois se elegeram como deputados federais. 'Fiel da balança': Oito em cada dez religiosos rejeitam política na igreja, mas lideranças buscam influenciar voto Iser/Quaest: Jovens, negros e região Norte são os que mais se convertem à religião evangélica Entre os não reeleitos está Oseias de Madureira, o atual coordenador da bancada. Ele é pastor e presidente da igreja Assembleia de Deus – Ministério do Madureira em São Bernardo do Campo. Também não se reelegeram: Pastor Andre Bueno Daniel Soares Dr. Eduardo Nóbrega Edna Macedo Paulo Correa Jr Maria Lúcia Amary Rafa Zimbaldi Rui Alves Marcio Nakashima Altair Moraes (Republicanos) e Gil Diniz Bolsonaro (PL), foram eleitos deputados federais. Veja quem permaneceu na frente parlamentar: Marta Costa Alex Madureira Analice Fernandes Dani Alonso Fabiana Bolsonaro Gilmaci Santos Luiz Fernando T. Ferreira — considerando o “Luiz Fernando” da lista de eleitos Marcos Damasio Paulo Mansur Profª Camila Godoi Rodrigo Moraes Sebastião Santos Agente Federal Danilo Balas Caio França Delegada Graciela Lucas Bove Tenente Coimbra Thiago Auricchio Vale ressaltar, no entanto, que a saída de integrantes da bancada evangélica não significa necessariamente que o grupo terá menos deputados no próximo mandato, que começa no ano que vem. Outros parlamentares eleitos podem aderir à bancada, cuja composição para a nova legislatura ainda será definida. Ainda assim, as derrotas de integrantes da bancada evangélica na Alesp ocorreram em uma eleição que também deixou fora do Congresso nomes apoiados por grandes igrejas. Na Câmara, não conseguiram renovar seus mandatos Cezinha de Madureira (PL-SP), ligado à Assembleia de Deus de Madureira, e Silas Câmara (Republicanos-AM), da Assembleia de Deus de Belém. Entre os 12 deputados da Universal que tentaram a reeleição, metade ficou sem vaga. Em São Paulo, as perdas atingiram familiares de líderes religiosos. Além de Edna Macedo, irmã do fundador da Universal, Edir Macedo, e de Daniel Soares, filho de R.R. Soares, que não se reelegeram para a Assembleia paulista, David R.R. Soares (Podemos) ficou fora da Câmara. No Rio, outros dois filhos do fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus também perderam suas disputas, enquanto Marcelo Crivella (Republicanos), sobrinho de Macedo, foi derrotado na eleição ao Senado.

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