Bailarina que chamou atenção por doença rara, Marina Abib vai para a UTI e famosos entram em oração
A bailarina Marina Abib, de 38 anos, está internada na UTI de um hospital em São Paulo.
Ela viralizou nos últimos anos quando pediu doações para tratar uma doença rara, encefalite autoimune soronegativa, desde 2022.
Familiares que administram as redes sociais da artista pediram para que seguidores mandassem boas energias.
"O cuidado se intensificou, e toda a atenção está voltada à sua recuperação.
Agora, mais do que nunca, queremos formar uma corrente de energia, fé e boas vibrações ao redor dela.
Se você puder, deixe uma mensagem de carinho nos comentários.
Vamos encher este espaço de palavras que acolhem, fortalecem e chegam até a Marina.
Envie luz, pensamento positivo, amor.
Seguimos juntos, em pensamento", diz o texto.
Famosos entraram na corrente positiva.
"Amor e luz, Marina", disse a cantora Maria Gadú.
"Um abraço carinhoso em você", comentou Patrícia Pillar.
"Vibrando saúde para você, Marina", escreveu a atriz Vanessa Gerbelli.
"Força, Marina", comentou Camila Lucciola.
Bailarina que chamou atenção por doença rara, Marina Abib vai para a UTI e famosos entram em oração
Reprodução/Instagram
A doença de Marina Abib
A bailarina começou a sentir os sintomas da doença ainda em 2020, durante a pandemia.
"Comecei a sentir tonturas intensas, e os médicos acreditaram, inicialmente, que se tratava de um transtorno psiquiátrico, chamado Síndrome Conversiva.
Fiz uma série de exames e consultas com diferentes profissionais, e fiquei 13 dias internada.
No início, esses sintomas, que incluíam visão dupla e desequilíbrio, iam e voltavam, e fui medicada", disse a dançarina em entrevista à revista "Ela", de O GLOBO, em 2024.
Novas internações ocorreram no ano seguinte e só em 2022 veio o diagnóstico.
"Em fevereiro de 2022, não conseguia mais andar e comer.
Fui internada novamente, no Hospital das Clínicas, e após um eletroencefalograma feito em um período de 72 horas, o neurologista viu alterações importantes.
Em abril, enfim, veio o diagnóstico correto: Encefalite Autoimune Soronegativa, uma condição rara".
Marina Abib em turnê por Bruxelas, em 2017
Giurgius Portugalus/Divulgação
O custo mensal da internação e da equipe multidisciplinar chega a R$ 60 mil por mês.
Uma vaquinha, que já arrecadou mais de R$ 500 mil, segue ativa com a meta de R$ 720 mil para auxiliá-la.
"O foco hoje é totalmente na minha reabilitação.
Sou acompanhada por uma equipe multidisciplinar, incluindo neurologista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicoterapeuta, psiquiatra, nutricionista e cuidadores, gerando um alto custo, de R$ 60 mil por mês.
Para isso, organizo e participo de eventos beneficentes e mantenho um site para doações, o gerandobondade.com.br/marina, no qual conto minha história".
