Avenida Paulista, 807, 11º andar.
É uma quarta-feira de setembro de 2004.
Não há ninguém na sala comercial.
Às 9h30, chegam cinco “funcionários”, que confirmam aos investigadores que ali funciona uma falsa central bancária.
Todos são presos.
Nos computadores são encontrados um gerenciador automático de ligações e arquivos que simulavam mensagens em áudio de bancos, além de planilhas com informações pessoais das vítimas.
Os “funcionários” entravam em contato para informar sobre compras indevidas em cartões de crédito e induzi-las a a compartilhar senhas e outros dados sensíveis.
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Avenida dos golpes: como a Paulista reflete o 'modus operandi' de casos de estelionato, o crime que mais cresce no país
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