Autismo: por que a seletividade alimentar não é apenas frescura; saiba como lidar
Em um prato infantil, uma mudança mínima, como a batata encostada no arroz, a cenoura cozida um pouco mais, o cheiro mais intenso do feijão ou a temperatura diferente da habitual, pode parecer irrelevante para um adulto. Para muitas crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), no entanto, esses detalhes são suficientes para transformar a refeição em uma experiência de desconforto, ansiedade e recusa. Em abril, mês de conscientização sobre o autismo, a seletividade alimentar surge como um dos desafios presentes na rotina das famílias. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
