Ator que faz Bolsonaro em 'Dark Horse' interpretou Jesus em 'A Paixão de Cristo'
O ator Jim Caviezel, protagonista do filme "Dark Horse", que narrará a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, revelou que enfrentou muitas dificuldades para encontrar outros papéis após ser o protagonista do polêmico "A paixão de Cristo", de Mel Gibson, em 2004. De acordo com o jornal The Guardian, em 2011, o ator disse que, desde que aceitou ser Jesus Cristo, passou a ser evitado pelas grandes produções de Hollywood.
Embora a produção de Mel Gibson tenha feito bastante sucesso e arrecadado US$ 600 milhões no mundo inteiro na época, o ator explicou como foi rejeitado por outros produtores. "Tenho sido rejeitado pela minha própria indústria desde que aceitei fazer Jesus Cristo. Mas temos que abdicar do nosso nome e nossa reputação para falar a verdade", realçou Jim durante uma palestra na Primeira Igreja Batista de Orlando, na Flórida.
Antes de interpretar Jesus Cristo, Jim Caviezel participou de renomados longas-metragens do cinema. Ele foi protagonista de "O Conde de Monte Cristo", de 2002, e da comédia romântica "Olhar de anjo", com Jennifer Lopez, em 2001. E, mesmo que ele tenha revelado a rejeição depois de 2004, o ator atuou em outros filmes logo em seguida, como: Violação de Privacidade (2005), Déjà Vú (2007) e Rota de Fuga (2013).
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Filme "Dark Horse"
O filme "Dark Horse" ("O Azarão", em português) retratará a vida de Jair Messias Bolsonaro em uma produção internacional que possui estreia mundial prevista para 11 de setembro de 2026, antes das eleições. O enredo apresenta o político como um “vencedor improvável”, embora ele tenha sido condenado a cumprir 27 anos e três meses de prisão pelos atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
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A divulgação do filme de Bolsonaro ganhou repercussão após serem reproduzidas reportagens que apontam que o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, teria buscado apoio financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro para a produção cinematográfica. Segundo O Globo, o banqueiro pagou R$ 61 milhões, o que é equivalente a 13 vezes o que o Banco Master tinha quando foi liquidado pelo Banco Central, em novembro de 2025.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
