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Ativista 'Homem-Peixe' já foi preso acusado de abuso sexual contra menina de 13 anos

Fonte: Bandeira da fonte

O ativista Wilber Honorio Muñoz Burbano, mais conhecido como 'Homem-Peixe', que esteve recentemente atravessando a nado do Marajó para Barcarena, já foi preso por abuso sexual de uma menina de 13 anos.
De acordo com notícias de jornais da Colômbia, Wilber Muñoz foi acusado em 2024 de abusos que teriam ocorridos entre 2022 e 2023 contra uma estudante de triatlo.
O ativista ganhou fama internacional ao começar a realizar a expedição "Amazonas Pulmão".

Jornais colombianos informam que Wilber Muñoz era instrutor da modalidade triatlo em uma escola na cidade de Neiva, capital do departamento de Huila, no sul da Colômbia.
Na época, ele era conhecido na no país como “Super H”.
Em 2024, um juiz ordenou a prisão Muñoz após ele ter sido identificado como o suposto autor do abusos sexuais.
O ativista e triatleta sempre se declarou inocente das acusações.

Os eventos investigados remontam entre novembro de 2022 e julho de 2023, quando, segundo as autoridades colombianas, Muñoz Burbano, então proprietário de uma escola de esportes e instrutor de triatlo, teria praticado atos de assédio, intimidação e abuso físico e verbal com fins sexuais contra uma adolescente.

A investigação apurou que o acusado teria tocado a menor de forma inapropriada durante aulas de natação, bem como em uma viagem de ônibus para Bogotá, quando a vítima se deslocava para participar de um triatlo intercolegial em maio de 2023.
Muñoz foi preso na zona industrial de Neiva, em um trabalho conjunto de agentes do Corpo Técnico de Investigação (CTI) e da Polícia Nacional.

Um promotor do Centro Integral de Atendimento às Vítimas de Abuso Sexual (CAIVAS) acusou o réu de agressão sexual agravada, estupro e abuso sexual de pessoa incapaz de resistir, além de assédio sexual e aliciamento de menor de 18 anos para exploração sexual comercial.

Wilber Muñoz foi posto em liberdade no dia 7 de abril de 2025.
A libertação ocorreu após pedido da defesa devido ao fim do prazo legal para a prisão preventiva, pois haviam passados mais de 150 dias desde a audiência de instrução e julgamento sem que um veredito fosse proferido.
Naquela época, Muñoz divulgou mensagem nas redes sociais, expressou gratidão por recuperar a liberdade e enfatizou que continuaria a provar sua inocência.