Atitude de Virginia Fonseca com nomes dos filhos gera debate na web

Atitude de Virginia Fonseca com nomes dos filhos gera debate na web

 

Fonte: Bandeira



O nome dos filhos de Virgínia Fonseca voltou ao centro das discussões nas redes sociais após vir à tona a informação de que a influenciadora apresentou ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) dezenas de pedidos de registro envolvendo os herdeiros. A notícia rapidamente dividiu opiniões entre internautas, que passaram a debater os limites entre proteção de imagem, planejamento patrimonial e exposição infantil na internet.

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Segundo informações divulgadas pela coluna GENTE, da revista "Veja", Virgínia protocolou, desde 2021, 28 pedidos de registro relacionados aos nomes dos filhos com Zé Felipe: Maria Alice, de 4 anos, Maria Flor, de 3, e José Leonardo, de 1 ano. Na época, ela afirmou que a iniciativa tinha como objetivo garantir segurança financeira e preservar direitos futuros das crianças.

A maior parte dos pedidos foi feita em nome da primogênita, Maria Alice. Entre 2021 e 2022, foram protocoladas solicitações envolvendo diferentes segmentos comerciais, como entretenimento, representação artística, cosméticos e até produtos alimentícios. Já em relação a Maria Flor, houve apenas um pedido formal, posteriormente negado pelo INPI mesmo após recurso.

Embora não existam registros públicos específicos para o nome de José Leonardo, o caçula aparece citado em outras marcas ligadas à família, como o Instituto Marias e José. Também há referências indiretas aos filhos em empresas associadas ao antigo casal, caso da Maria’s Baby, marca voltada para cosméticos e produtos infantis criada após o nascimento de Maria Flor.

O assunto repercutiu nas redes sociais e gerou uma onda de comentários divididos. Enquanto parte dos usuários defendeu a atitude de Virginia como uma forma de proteção jurídica e comercial, outros questionaram a exposição pública dos filhos desde o nascimento.

Mileide Mihaile foi uma das famosas que saiu em defesa da influenciadora. "Certíssima", escreveu. Entre os comentários publicados por internautas, opiniões divergentes chamaram atenção.

"Já imaginou encontrar produtos usando a imagem do seu filho sem autorização?", escreveu uma usuária. "Depois de expor as crianças nos quatro cantos da internet", criticou outra. "Só julga quem não teria condições de fazer o mesmo", rebateu uma terceira. "Os filhos são dela, ela faz do jeito que quiser", comentou outro perfil.

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O Instituto Nacional da Propriedade Industrial é o órgão responsável pelo registro e proteção de marcas no Brasil, garantindo exclusividade comercial sobre nomes e identidades visuais em diferentes categorias de mercado. O procedimento, no entanto, não implica necessariamente na abertura imediata de empresas ou produtos vinculados às marcas registradas.

Em meio à repercussão, Virgínia também já havia respondido às críticas de seguidores que a acusavam de tentar lucrar com a imagem dos filhos. Na ocasião, a empresária afirmou que os registros fazem parte de um planejamento voltado ao futuro das crianças.

"Tudo que fazemos para nossos filhos tem um peso muito maior, e essa marca é delas e para elas! Lógico, com minha administração, até elas conseguirem e quiserem tomar conta de tudo sozinhas", declarou.