Ataque americano à Venezuela é uma bomba para Fifa e COI

 

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Desde as primeiras horas da manhã de sábado, quando as bombas lançadas pelos Estados Unidos começaram a atingir a Venezuela, surgiu a expectativa comum a esse tipo de evento: como o mundo vai reagir? Rússia e Irã foram os primeiros países a condenar o ataque, logo seguidos pelo “no pasarán” de Cuba. A China, como costuma fazer, esperou para se pronunciar. O governo brasileiro, dividido entre o desejo de ser líder do Sul Global e as relações econômicas delicadas com os americanos, convocou uma reunião para avaliar a situação. No momento em que você estiver lendo esta coluna, muitas vozes importantes já terão sido ouvidas: outros países latino-americanos, a União Europeia, o Papa. E, no fim da fila do interesse internacional, as grandes entidades esportivas — que não têm influência no conflito, mas são influenciadas pela participação ativa do país-sede de seus próximos grandes eventos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.