Nottingham tem um lugar especial na história do Príncipe Harry e sua esposa, Meghan Markle. A cidade, localizada na região central da Inglaterra, foi a primeira a receber o casal após o anúncio de seu noivado, em 2017, e voltou a ocupar um papel de protagonismo em sua trajetória nesta quinta-feira, 15, quando Harry e Meghan escolheram o local como sede de sua primeira aparição pública conjunta desde o retorno ao Reino Unido. (Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente)
“É maravilhoso e ótimo estar de volta a Nottingham”, disse Harry aos admiradores presentes no Community Recording Studio (CRS), uma organização que desenvolve atividades artísticas e educacionais na cidade. Nove anos atrás, a recepção do casal real foi acompanhada por uma enorme multidão, com bandeiras britânicas a flamular. A situação era diferente nesta quinta, com apenas 100 pessoas – incluindo crianças – recepcionando o Duque e a Duquesa de Sussex, além de jornalistas acompanhando o roteiro da dupla. A situação é um claro indicativo da recepção morna, para falar o mínimo, que Harry e Meghan têm tido desde que retornaram ao Reino Unido, em agosto. O casal havia se mudado para a Califórnia, nos Estados Unidos, em 2020, abandonando suas funções reais. Nos anos que se seguiriam, os dois romperiam publicamente com a Coroa Britânica, chegando a criticar a instituição e a própria família de Harry.
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EUA NO PASSADO Quando desembarcaram na Califórnia, o casal tinha a expectativa de construir uma trajetória de sucesso, apoiando-se em sua popularidade para galgar degraus no show business americano e consolidar uma vida longe da família real. Embora os primeiros anos tenham sido promissores, com acordos milionários com Netflix e Spotify, o balanço final foi negativo, com Harry e Meghan sendo alvo de críticas e vendo a vida longe do Palácio de Windsor desmoronar.
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Nesse contexto, o retorno ao Reino Unido é visto como um recomeço. Ao lado dos filhos, Archie, 7, e Lilibet, 5, o casal tem tentado restabelecer sua rotina filantrópica no país. Embora as primeiras semanas tenham sido discretas, com o foco de Meghan sendo em adaptar os filhos à nova rotina, o Duque e a Duquesa de Sussex parecem prontos para recuperar os bons termos com os britânicos. SIMPATIA DOS JOVENS
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Embora pesquisas de opinião mostrem que a maioria dos cidadãos do Reino Unido tem uma opinião negativa sobre o casal, há uma crescente simpatia entre os jovens. Além disso, muitos dos que celebraram a primeira visita de Harry e Meghan, em 2017, ainda lembram com carinho dos dois. “Adoro vê-los, fico feliz que eles tenham voltado”, disse Robin Warrener, uma mulher que esteve nas duas visitas de Harry e Meghan em Nottingham. “Tem coisa negativa demais. Toda vez que você coloca a televisão no noticiário, há comentários sarcásticos da mídia, e eu não gosto disso”, completou ela, em entrevista à Reuters.
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Mas nem tudo são flores. Apesar de breve, o retorno de Harry e Meghan já sofreu com problemas, com destaque para a intrusão dos paparazzi na rotina dos filhos. O casal teve que mudar Archie e Lilibet de escola após fotógrafos “invadirem sua privacidade” tentando capturar registros dos pequenos em seu local de aprendizagem, no interior da Inglaterra. RELAÇÕES ESTREMECIDAS
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Uma segunda questão envolve o relacionamento com a família real. Embora o Rei Charles III e a Rainha Camilla tenham recebido os Sussex em julho na residência real de Highgrove, nenhuma visita ocorreu desde o retorno à Grã-Bretanha. A principal rusga envolve o irmão mais velho de Harry, William, que não fala com o Duque de Sussex há anos. Embora especulações sobre uma possível reaproximação tenham circulado entre a imprensa britânica, ainda há frieza entre Harry e Meghan e os demais integrantes da família real. O Palácio de Buckingham chegou a emitir uma nota esclarecendo que os dois seguem sendo membros não atuantes da família real – surpreendendo o casal.
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