Ar-condicionado inverter gasta menos mesmo? Veja em quanto tempo ele se paga

 

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A classificação energética dos aparelhos de ar-condicionado mudou e o Inmetro subiu o nível de exigência. Modelos convencionais, antes vistos como opções acessíveis, agora recebem etiquetas "E" ou "F", enquanto a tecnologia Inverter domina a categoria "A" com eficiência superior.  Ar-condicionado Bi-Split vale a pena? Entenda a diferença Ar-condicionado dura menos tempo na praia? Saiba o que é mito e o que é real Essa alteração impacta a decisão de compra e exige cálculos para saber se a economia no preço da etiqueta compensa o gasto mensal com energia. Nós analisamos os dados de consumo para provar matematicamente qual tecnologia vale mais a pena para o bolso do consumidor. 📱 Veja as melhores promoções de celulares no WhatsApp do CT Ofertas Inverter vs. Convencional: A batalha dos números Para realizar o comparativo, utilizamos um cenário base com um aparelho de 12.000 BTUs com funcionamento apenas frio, ligado oito horas por dia, com uma tarifa média de R$ 0,85 por kWh. É importante destacar que esse é um valor médio, já que muitos estados podem passar facilmente dessa faixa, enquanto outros podem ser mais baratos.  -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- Ar-condicionados inverter oferecem mais vantagens financeiras, apesar do preço maior (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech) O modelo convencional consome cerca de 100 kWh por mês. Esse volume de energia gera um custo mensal de R$ 85,00 na conta de luz. Já os modelos Inverter, como Samsung WindFree ou LG Dual Voice, trabalham com compressores de rotação variável e reduzem o consumo médio para 51 kWh. O custo cai para R$ 43,35. Na prática, o ar-condicionado convencional consome praticamente o dobro de energia para entregar o mesmo resfriamento que a versão moderna. A diferença direta na fatura é de R$ 41,65 a favor do Inverter todo mês. O cálculo do Payback: Quanto tempo para se pagar? A dúvida principal do consumidor está no momento da compra. Um ar-condicionado convencional custa em média R$ 2.100, enquanto um modelo Inverter com bom custo-benefício sai por cerca de R$ 2.500. O comprador desembolsa R$ 400 a mais para levar a tecnologia mais eficiente para casa. A matemática mostra que esse valor extra retorna rapidamente. Ao dividir a diferença de preço de R$ 400 pela economia mensal de R$ 41,65, o resultado é de 9,6 meses. Ou seja, o aparelho se paga em menos de dez meses de uso. Após esse período, o consumidor passa a ter lucro real em comparação à escolha do modelo antigo. Para quem utiliza o equipamento de forma mais intensa, como em rotinas de home office somadas ao uso noturno, totalizando 16 horas diárias, o tempo de retorno cai pela metade e o investimento se paga em apenas cinco meses. É importante destacar que esses valores são estimativos, e tudo pode variar de acordo com outras circunstâncias, como posicionamento do aparelho, instalação, tempo de uso e, é claro, o modelo exato escolhido. No entanto, os números mostram valores aproximados de consumo e gasto.  Leia mais no Canaltech: DJI prepara novo drone panorâmico de entrada; veja vazamento Vazou tudo: novas TVs OLED da LG teriam muito mais brilho e tela anti-reflexo Chinesas já estariam copiando o iPhone 20: o que esperar do novo top da Apple ASSISTA: Ar-condicionado gasta muita energia?   Leia a matéria no Canaltech.