'Aqui eles vão ter que nos matar': Chavistas se armam com 'vontade de lutar' após queda de Maduro

 

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Quando as primeiras bombas americanas caíram sobre Caracas, Jorge Suárez se despediu da família e partiu para o combate. Ele é militante de um dos chamados "colectivos", considerados o braço armado da revolução chavista. Foi "como um best-seller, como coisa de cinema", descreveu Suárez, de 50 anos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.