Aprovação de Trump atinge nível mais baixo influenciada por efeitos da guerra e custo de vida

 

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A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu o nível mais baixo de seu atual mandato. A queda foi impulsionada, sobretudo, pelos impactos da guerra no Oriente Médio e pela avaliação negativa de sua gestão sobre o custo de vida. Informação é da nova pesquisa Reuters/Ipsos.

A pesquisa foi realizada ao longo de quatro dias e finalizada nesta segunda-feira (27). Segundo os dados, 34% dos americanos aprovam o desempenho de Donald Trump na Casa Branca. Número evidencia queda em relação aos 36% registrados no levantamento anterior da Reuters em parceria com a Ipsos, feito entre 15 e 20 de abril.

Vale destacar que a maior parte das entrevistas foi realizada antes do tiroteio registrado no sábado à noite, durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento no qual Donald Trump deveria discursar. Ainda não está claro se o episódio vai ter impacto na percepção pública.

O principal suspeito foi acusado de tentativa de assassinato do chefe de Estado.

Em novo ataque ao processo eleitoral dos EUA, Trump afirma que eleições americanas são 'fraudadas'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez novos ataques ao processo eleitoral do país na madrugada de segunda para terça (28). Em publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que as 'eleições americanas são fraudadas, roubadas e motivo de chacota no mundo todo'.

Ele continuou, dizendo que 'ou vamos corrigir isso, ou não teremos mais um país'.

Por fim, o presidente americano defendeu três pontos para que os eleitores republicanos defendam. Entre os pontos estão a apresentação de documento de identificação eleitoral, comprovante de cidadania para poderem votar e sem votos pelo correios, exceto em casos específicos.

Em fevereiro, Trump defendeu que os eleitores republicanos 'assumam o controle' das eleições americanas e 'nacionalizem' a votação. Trump fez esses comentários em uma entrevista com o ex-diretor do FBI, Dan Bongino, em um podcast.

Ele alegou que o voto de não cidadãos estava influenciando indevidamente os resultados das eleições. Apesar disso, especialistas destacam que casos como esses são raros e ilegais.

'Os republicanos deveriam dizer: 'Queremos assumir o poder'. Deveríamos assumir o controle da votação... em pelo menos 15 lugares. Os republicanos deveriam nacionalizar a votação. Temos estados tão corruptos que estão contando votos'.

A Constituição americana concede aos estados a autoridade para conduzir eleições federais, sujeitas às leis aprovadas pelo Congresso. A cláusula eleitoral determina que 'as assembleias legislativas estaduais definirão os horários, locais e formas de realização das eleições para a Câmara dos Representantes e o Senado'.

As eleições deste ano, de meio de mandato, irá eleger os novos representantes de todas as cadeiras da Câmara e 35 do Senado. Atualmente, os republicanos detêm margens estreitas em ambas as casas, mas os ciclos eleitorais de meio de mandato historicamente não são favoráveis ​​ao partido do presidente em exercício.