Apple planeja câmera que vê "tudo e mais um pouco" no iPhone; entenda
Segundo postagem do informante Digital Chat Station, na rede social chinesa, Weibo, a Apple avalia a inclusão de sensores de "imagem multiespectral" em futuras gerações do iPhone. Diferente das lentes tradicionais, limitadas ao espectro visível (luz vermelha, verde e azul), essa inovação permitiria ao aparelho "enxergar" comprimentos de onda invisíveis ao olho humano, como o infravermelho. iPhone com câmera de 200 MP está nos planos da Apple, sugere site Quanto vale a pena pagar no iPhone 16 em 2026? Caso seja implementado, o recurso transformaria o celular em uma ferramenta de análise avançada, capaz de verificar a autenticidade de materiais e aprimorar significativamente a inteligência visual do dispositivo. 📱 Veja as melhores promoções de iPhones no WhatsApp do CT Ofertas Imagem multiespectral A fotografia convencional tenta replicar a visão humana capturando a luz visível. A tecnologia multiespectral vai além, coletando dados de múltiplas faixas de comprimento de onda. -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- Isso permite detectar informações físicas sobre objetos que passariam despercebidas por uma câmera comum, como a composição de um tecido ou a saúde da vegetação, ao analisar como a luz reflete de maneira diferente em cada material. Apesar da tecnologia captar informações "invisíveis" aos sensores comuns, infelizmente não significa você vai conseguir ver fantasmas como nos jogos da franquia Fatal Frame ou nos filmes dos Caça-Fantasmas, mas haveria vantagens em seu uso. Melhorias na Inteligência Visual Câmeras com imagens multiespectrais podem captar informações que sensores comuns não conseguem (Imagem: Gabriel Furlan) A principal vantagem para o usuário comum seria o salto na qualidade do processamento de imagem e no aprendizado de máquina do aparelho. Com dados espectrais, o iPhone poderia diferenciar com precisão pele humana de uma foto impressa ou de uma máscara, tornando o FaceID mais seguro, o que poderia dificultar a vida de golpistas e ladrões. Além disso, os retratos poderiam ficar ainda mais realistas, mesmo em condições de iluminação desfavoráveis. Preço e tamanho como desafio Apesar do potencial, a tecnologia exige sensores complexos que ocupam espaço valioso e encarecem a produção. Contudo, a Apple ainda está na fase de avaliação de componentes e não iniciou testes formais. Portanto, embora promissora, a novidade não deve chegar aos modelos de 2026, permanecendo como um projeto para o longo prazo. Leia mais no Canaltech Galaxy S26 tem data de lançamento reforçada; veja quando vem o top de linha Carregamento rápido em celulares depende de "regra dos três”; entenda Novo robô usa energia solar para funcionar como um verdadeiro mordomo; veja Assista: O iPhone 17 Pro pode substituir uma câmera profissional? Leia a matéria no Canaltech.
