'Apopcalipse segundo Baby': o que se sabe sobre o documentário que começou a ser filmado há 18 anos
Na onda das cinebiografias, a cantora Baby do Brasil ganha, neste ano, um documentário para chamar de seu: "Apopcalipse segundo Baby", de Rafael Saar. O título faz referência à alcunha de "popstora" que Baby se deu — mistura de popstar com pastora — e entrega: a espiritualidade é o guia do filme, que relembra o começo da carreira da artista, os tempos com os Novos Baianos e os anos mais recentes, depois de ter se convertido ao cristianismo evangélico, em 1999. O longa estreia no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (13), dentro do festival gratuito "É Tudo Verdade" (são duas sessões na segunda e uma na terça).
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"Apopcalipse segundo Baby" começou a ser produzido há 18 anos, em 2008. Em um relato compartilhado nas redes sociais, Saar relembra: "Fomos atrás de Baby, no Rio, conversamos e logo ela nos chamou para filmar a apresentação no Carnaval de Salvador em 2009. Arrumamos uma câmera emprestada, conseguimos uma hospedagem solidária gratuita e fomos de ônibus, sem grana nenhuma, para Salvador. Foi maravilhoso! Dessa viagem alguns segundos estão no filme rsrs".
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Quem narra a história, em primeira pessoa, é a própria Baby. "A partir de sua pluralidade transgressora, revisitamos este caminho, da liberdade dos Novos Baianos ao brilho da carreira solo, do espírito hippie ao pop multicolorido, de Janis Joplin a Ademilde Fonseca. A relevação da versatilidade rítmica e musical, e da ousadia de um ícone da contracultura", diz a sinopse. O filme mostra que a espiritualidade sempre esteve presente na trajetória da artista, muito antes da sua conversão.
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Em crítica sobre o filme publicada no G1, Mauro Ferreira destaca que "mesmo sem sequer esboçar na narrativa uma reflexão minimamente crítica sobre a transformação de Bernadete em Baby Consuelo e depois em Baby do Brasil, o documentário de Rafael Saar joga boa luz sobre as questões que movem Baby na música e na vida enquanto a artista espera o que chama de arrebatamento, termo mais conhecido popularmente como o apocalipse". Ele deu três estrelas e meia (de cinco) para o documentário.
