Apesar de foco de Lula em taxar ricos, impostos sobre consumo, que afetam os mais pobres, ganham peso na arrecadação

 

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Apesar do mote e do esforço para aumentar a tributação dos mais ricos, os impostos e contribuições incidentes sobre renda e patrimônio perderam espaço no bolo de receitas nos três primeiros anos da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo dados da Receita Federal, em 2022, último ano do governo anterior, esse grupo de tributos representava 42% do montante que entrou no caixa da União. No fim de 2025, a participação caiu para 40% do total de R$ 2,8 trilhões arrecadados. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.