Antes do desfile na Grande Rio, professor de Virgínia Fonseca alertou sobre peso da fantasia: 'Ela ficou bem tensa'

 

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A estreia de Virgínia Fonseca como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, na madrugada desta quarta-feira (18), foi antecedida por dias intensos de preparação e ajustes nos bastidores. Antes mesmo de cruzar a Marquês de Sapucaí, a influenciadora já enfrentava um desafio que marcaria sua primeira vez no posto: o peso da fantasia. O alerta surgiu ainda nos ensaios e mobilizou mudanças importantes na coreografia às vésperas do desfile.

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Responsável pela preparação de Virgínia, Carlinhos Salgueiro acompanhou de perto cada etapa do processo e revelou que a preocupação começou nos testes do figurino. Para entender o impacto do costeiro, estrutura que sustenta o esplendor, ele próprio vestiu a fantasia e sentiu o peso que poderia comprometer os movimentos planejados.

"Olha, essa semana foi muito difícil. Eu praticamente fui todos os dias a Mangaratiba. A gente se assustou um pouco com o peso da fantasia. Falei sobre isso. Inclusive, eu coloquei a fantasia e senti todo aquele peso. Mas foi uma proposta, dos aderecistas dela, não sei exatamente de quem foi. Então tivemos que mudar algumas coisas que fazíamos. Tudo o que era feito no quadril, eu passei para o ombro, porque muda tudo quando chega o costeiro. Eu sei bem disso, por isso adoro fazer personagem, porque não é obrigatório usar esplendor", disse ao portal LeoDias.

Mesmo com a preocupação, a proposta estética foi mantida. A alternativa encontrada foi adaptar a performance: movimentos inicialmente desenhados para valorizar o quadril precisaram ser transferidos para os ombros, respeitando as limitações impostas pelo look.

"Olha, o que falei com ela foi sobre a proposta. Eu achei que, como iniciante, teria que ser algo mais leve. Mas os meninos estavam fazendo e ditando a proposta. Eu faço o meu trabalho! Coloquei, passei os truques, absorvente no pé, cortar o sapato, todos os truques que quem é mais antigo conhece. E assim foi feito. No dia do desfile em Maricá não teve ensaio, então a gente foi se falando por telefone, por chamada de vídeo, e o que precisava ser feito, foi feito. Ela mudou, né? Ia fazer mais quadril, mas, com o costeiro, teve que usar mais os ombros. E isso depois de já estar tudo ensaiado, bonitinho. Quando chegou o costeiro, acho que foi o dia mais difícil do nosso trabalho. Ela ficou bem tensa, mas conseguimos adaptar e deu certo", afirmou.

A tensão acompanhou a equipe até momentos antes da entrada na avenida. Ainda assim, Virgínia manteve a concentração e encarou o desafio com determinação, sustentando o posto do início ao fim.

"O carnaval é assim, gente: é aqui que a verdade acontece. Quando a gente se conecta com o público, a magia acontece, a gente não sente dor, não sente nada. Eu não consegui ver nada, porque a minha fantasia também teve um problema. Mas, graças a Deus, meu aderecista está aqui e consertou, porque estava muito grande, e eu pedi para ele diminuir", concluiu.