Anitta solteira: terminar por conta do trabalho é falta de tempo ou maturidade emocional?
O término do relacionamento entre Anitta e o empresário Ian Bortolanza veio a público recentemente, mas foi a forma como a cantora conduziu a situação que chamou atenção. Sem escândalos ou acusações, ela explicou que a dificuldade de conciliar a agenda profissional com a vida amorosa foi determinante para a decisão de dar um tempo na relação.
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Segundo a artista, o namoro se desenvolveu em um período mais tranquilo da carreira, quando havia maior disponibilidade para viver a relação com leveza. No entanto, com a retomada intensa dos compromissos profissionais neste início de ano — especialmente em uma fase tradicionalmente agitada como o Carnaval —, a adaptação se tornou desafiadora. A pausa, portanto, surgiu como uma escolha diante de um novo cenário.
Apesar do término, Anitta fez questão de reforçar o respeito e a admiração que mantém pelo ex-companheiro, deixando claro que não houve conflito ou desgaste público. Pelo contrário: a decisão foi fruto de conversa e entendimento mútuo, mantendo as portas abertas para o futuro.
Anitta e o ex-namorado Ian Bortolanza
Reprodução Instagram
Para Henri Fesa, especialista em relacionamentos, esse tipo de postura revela maturidade emocional. “Nem todo término acontece por falta de amor. Às vezes, acontece por falta de disponibilidade real para sustentar a relação naquele momento. Reconhecer isso é um sinal de responsabilidade afetiva”, explica.
De acordo com o especialista, insistir em um relacionamento quando as prioridades estão desalinhadas pode gerar frustração, cobranças e ressentimentos desnecessários. “Quando a carreira exige foco total, é preciso honestidade para entender se há espaço emocional para o outro. Encerrar ou pausar de forma respeitosa pode preservar a admiração e evitar que a relação se desgaste”, afirma.
Henri Fesa ainda ressalta que maturidade não está apenas em permanecer, mas também em saber a hora de ajustar expectativas. “Muitas pessoas associam término a fracasso, mas, em alguns casos, trata-se de lucidez. É entender que cada fase da vida pede um tipo de entrega. Se não há como oferecer essa entrega agora, a decisão mais consciente pode ser recuar.”
Além dos desafios naturais da rotina, viver um relacionamento sob constante exposição também amplia a pressão emocional. Tornar públicas decisões íntimas exige equilíbrio, especialmente quando se busca preservar a imagem do outro e a própria história construída.
