O precedente que preocupa o PT não é o da ameaça da oposição de acionar o TSE por uso eleitoral do reajuste do Bolsa Família a 17 dias da eleição. Ainda que o Tribunal Superior Eleitoral seja presidido por um ministro indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Kassio Nunes Marques ― que está no meio do fogo cruzado no Supremo Tribunal Federal ―, a eleição de 2022 ofereceu um precedente tranquilizador. A contestação ao pacote de bondades eleitorais de Bolsonaro, naquele ano, não progrediu. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Análise: Uso de precedente de Bolsonaro no reajuste do BF não é justificativa, mas alerta
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