Análise: Potências medianas buscam papel em ordem global em transformação
Em meio às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de avançar numa ofensiva para ocupar a Groenlândia, no mesmo mês em que militares americanos atacaram a Venezuela e capturaram o líder do país, Nicolás Maduro, uma voz inesperada chamou a atenção do mundo. Foi a do primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, no Fórum Econômico Mundial de Davos. Num discurso firme e contundente, Carney afirmou que o mundo não vive uma transição, mas, sim, uma “ruptura”. E lançou um debate que envolve diversos países no mundo, entre eles o Brasil: o que podem fazer as chamadas potências medianas diante dessa ruptura da ordem que estava vigente desde o fim da Segunda Guerra Mundial? Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
