A trajetória do iene voltou a expor uma contradição no processo de normalização monetária do Japão. Mesmo depois de o Banco do Japão (BoJ) elevar sua taxa básica de juros para 1,25%, a moeda não conseguiu sustentar uma valorização diante do dólar. A reação fraca ao aperto monetário reacende o debate sobre a força dos juros americanos, a permanência do “carry trade” (a estratégia de captar recursos em uma moeda de baixo custo, como o iene, e aplicá-los em ativos com rendimento mais elevado em outro país) e os riscos de uma eventual mudança na alocação dos investidores japoneses, o que teria impacto inclusive em mercados emergentes como o Brasil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Análise: O iene desafia a lógica das taxas de juros
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