Análise: na vingança de Trump, quem paga a conta, bilionária, é o contribuinte americano
A promessa era repetida nos comícios de Donald Trump em 2024, para delírio da militância: “[Se voltar à Casa Branca] Eu serei a sua vingança”. Dito e feito. Lá se vão quase 500 caóticos dias da segunda temporada do republicano em Washington e uma das solitárias certezas do Trump 2.0 é a busca incessante pelo que o trumpismo traduz, de forma cínica e partidária, como “reabilitação moral” de investigados e condenados pela Justiça. Entre eles o próprio presidente, após pentes-finos institucionais iniciados antes mesmo de ele deixar o governo pela primeira vez, em janeiro de 2021, após perder nas urnas para Joe Biden. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
