Amazônia tem quase três mil pistas de pouso clandestinas servindo ao garimpo ilegal e ao narcotráfico

 

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Ocultas em meio à densa floresta, a Amazônia soma 2.837 pistas de pouso irregulares, aquelas que não têm cadastro junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Quase 30% dessas estruturas (814) estão situadas dentro de Terras Indígenas (TIs) ou Unidades de Conservação (UCs), áreas que, em tese, deveriam ser refúgios de preservação. Os números são de um levantamento do Ministério da Defesa obtido pelo GLOBO via Lei de Acesso à Informação (LAI). Na avaliação de especialistas, os dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) evidenciam o espraiamento da rede de infraestruturas que servem de base, sobretudo, para o garimpo ilegal e o narcotráfico. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.