Alberto Cowboy revela planos após o ‘BBB 26’: ‘Minha vida está toda nos EUA’

 

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Alberto Cowboy, que ganhou fama como o grande vilão do ‘BBB 7’, voltou ao ‘BBB 26’ em posição de destaque. Apesar das tentativas de escapar do paredão, a disputa contra Jordana e Leandro acabou selando sua eliminação neste domingo (29), com 67,95% dos votos. Nesta edição, o mineiro se destacou como recordista de vitórias em provas, com oito no total, foi líder quatro vezes e protagonizou confrontos quase diários na casa, especialmente com as rivais Ana Paula Renault e Milena.

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“É lógico que com a maturidade – são 19 anos a mais de aprendizado de vida – eu tive uma postura muito diferente daquele Alberto impulsivo de 30 anos. Eu consegui ver algumas coisas em que eu não devia me meter e que antes fazia. Mas eu fui eu mesmo, com a dedicação, com a seriedade que a coisa exige. Você está ali e o Brasil está esperando que você dê o seu melhor, e foi o que eu fiz”, avalia.

Alberto Cowboy posa na Globo após a eliminação do "BBB 26"

Beatriz Damy/TV Globo/Divulgação

A seguir, Alberto observa as diferenças entre as duas temporadas de que participou e revela o que lhe ajudava a performar tão bem nas provas. Cowboy também comenta suas estratégias para seguir no jogo em meio às eliminações de aliados.

Você voltou ao BBB quase 20 anos depois da sua primeira participação no programa. Além do prêmio, qual era seu objetivo ao entrar novamente no reality?

Eu queria que o público tivesse uma impressão diferente do que ficou do primeiro jogo, porque naquela época eu entrei mesmo com a energia de jogar, mas o jogar não era tão bem visto. E hoje, como as coisas mudaram muito, eu pensei: “agora eu vou conseguir mostrar mais o meu lado jogador”. Porque me viram de uma maneira bem diferente do que eu estava passando. E viver essa experiência de novo... eu nunca poderia imaginar que eu iria me surpreender com coisas que me surpreenderam e muito. Uma festa para mim com a chance de eternizar a história da minha família foi maravilhoso. Eu falei para a minha mãe: “isso não tem preço”. Todo esse glamour de ser um BBB de novo, de estar dentro da casa mais vigiada do Brasil... Quando falaram que ia ter ex-BBB de novo, eu não me inscrevi, nunca procurei ninguém para falar “eu quero”, mas ficava aquela pontinha de pensamento sobre como seria se eu voltasse. Então, matar essa curiosidade, reviver esses desafios de prova, de convivência, de confinamento eram coisas que estavam na minha cabeça. Mas eu até já brinquei que se me chamarem de novo, só daqui a 19 anos. Tenho que me recuperar! (risos).

Alberto Cowboy é o décimo primeiro eliminado do 'BBB 26'

Reprodução/TVGlobo

Você foi um dos grandes jogadores do ‘BBB 26’. Planejou alguma estratégia para o programa?

Por mais que a gente fale: “Ah, eu vou ficar mais calado, vou ouvir mais e falar menos”. Não tem jeito, a gente acaba sendo a gente mesmo lá dentro. É lógico que com a maturidade – são 19 anos a mais de aprendizado de vida – eu tive uma postura muito diferente daquele Alberto impulsivo de 30 anos. Eu consegui ver algumas coisas em que eu não devia me meter e que antes eu fazia. Mas eu fui eu mesmo, com a dedicação, com a seriedade que a coisa exige. Você está ali e o Brasil está esperando que você dê o seu melhor, e foi o que eu fiz.

O Jonas saiu no primeiro paredão que enfrentou, poucos dias atrás. O que você sentiu quando viu que seu maior aliado foi eliminado?

Fiquei muito triste. Eu tinha ele como uma grande segurança, de estar junto para fazer prova, de trocar ideia, de estar sempre conversando. Querendo ou não, estávamos sempre juntos, tínhamos opiniões parecidas em muitas coisas. E de repente vê-lo sair foi um baque, talvez a maior perda que eu tenha sofrido. Já tinha um tempo que a gente estava conseguindo escapar dos paredões e outras pessoas estavam sendo eliminadas. Mas aí a gente vê de novo o grupo perder um membro que era forte em provas, que ajudava a gente ali... Mas é o jogo, não tem jeito, faz parte.

Você e Ana Paula foram rivais declarados no reality e você se utilizou de diferentes estratégias para enfrentá-la. Como avalia essa relação?

A gente começou conversando de forma amigável, dividindo o mesmo quarto, mas depois eu vi que a Ana Paula estava tendo muita atenção a como jogar. Eu senti que ela estava tendo muito cuidado ao se expressar – não que ela não estivesse sendo natural, porque realmente é um jogo e a gente tem que prestar essa atenção. Eu estava mais natural, e comecei a ver que ela realmente quer falar alguma coisa para você se comprometer. Não era bem o meu estilo de jogo ficar tentando queimar o coleguinha, então, eu me afastei. Depois a gente teve um papo sobre convivência no quarto e ela distorceu completamente o que eu falei, aí já teve um rompimento. Depois disso, os discursos já foram totalmente diferentes, já foi aquela coisa mais antagonista mesmo.

Além dela, quem mais foi obstáculo para o seu jogo na casa?

Eu acho que a Milena também. Querendo ou não, foi uma pessoa com quem eu tive alguns embates, mais por questões de comportamento. A gente, a princípio, não sabia até que ponto eram naturais as coisas que ela fazia. A gente fica desconfiado, porque as pessoas estão dentro de um jogo, de um programa de televisão e a gente não sabe se ela está sendo natural ou se está jogando. Você vai entendendo... depois de um tempo eu falei “ela é assim mesmo”. Mas existiram algumas atitudes dela que eu não concordava dentro da casa, como por exemplo, ser eliminada de uma prova, ir lá e sujar a minha roupa toda. Tem que ter um fair play. Se eu fizesse o mesmo, talvez não seria tão entendido.

Que lembranças especiais vai guardar dessa temporada?

Com certeza os momentos de vitória, as lideranças todas, os momentos de alegria com os amigos, bate-papos, mensagens de anjo, de ver a família. Tem muitos momentos que a gente se sente especial ali dentro, que são muito legais e ficam eternizados na nossa memória.

O que muda na sua vida após essa segunda passagem pelo BBB? Pretende voltar aos Estados Unidos ou vai permanecer no Brasil?

Ainda estou me situando de tudo, entendendo. A minha vida realmente está toda planejada para os Estados Unidos, mas eu também não quero adiantar nada. Quero ver as oportunidades que podem aparecer aqui e quero muito aproveitá-las, porque eu acho que esse é o momento. Então, vou fazer com bastante calma. Entre aqui e lá ou o que quer que seja, eu pretendo não perder nenhuma oportunidade.

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