Agenda 2027: combate aos privilégios
Este é o primeiro de um conjunto de dez artigos com propostas para 2027. Infelizmente, dada a magnitude que assumiu o gasto público no Brasil, não há como fazer ajuste fiscal no país sem que ele afete o gasto dito “social”. Quem diz que é possível combater um déficit público de mais de 8% do PIB sem ajustar o gasto social está simplesmente mentindo. Porém, também é impossível controlar o gasto sem que parte do sacrifício incida sobre aqueles setores de maior renda e que, na terminologia de Élio Gaspari, formam o “andar de cima”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
