Ação contra contrabando no Rio deve inspirar outras em portos pelo país

 

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Foi exemplar a Operação Mare Liberum, ação conjunta da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal para desbaratar um megaesquema de corrupção no Porto do Rio. Por determinação judicial, 17 auditores fiscais e oito analistas tributários foram afastados. A investigação revelou uma quadrilha formada por servidores da Receita, empresas importadoras e despachantes aduaneiros — totalmente dedicada ao contrabando. Estimativas preliminares sobre o total sonegado chegam a R$ 500 milhões. A suspeita é que o esquema também tenha sido usado para abrir portas a armas e drogas ilícitas. A ação, que envolveu cem auditores ou analistas da Receita e 250 agentes da PF, deveria inspirar operações semelhantes noutros portos brasileiros. É difícil acreditar que os crimes e irregularidades desvendados estejam circunscritos ao litoral fluminense. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.