Academia premium interditada em Copacabana após fiscalização não tem previsão de reabertura
Interditada no domingo (24), durante uma operação de fiscalização, a unidade da academia Bio Ritmo em Copacabana, na Zona Sul do Rio, não tem previsão de reabertura. Segundo a administração, os alunos estão sendo encaminhados para a unidade do Leblon.
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A ação de fiscalização foi conduzida por agentes de Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon), do Procon-RJ e do Conselho Regional de Educação Física da 1ª Região (Cref1), após denúncias recebidas pelos órgãos.
Durante a vistoria, os agentes identificaram a ausência de responsável técnico registrado, falta de registro de pessoa jurídica junto ao Cref1 e licenciamento sanitário vencido na Bioritmo, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana,748. Segundo os órgãos fiscalizadores, as irregularidades comprometem a segurança dos consumidores e impedem o funcionamento regular da unidade.
A operação também apontou outras falhas, como a ausência do certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros, a inexistência do Livro de Reclamações do Procon-RJ e a falta de cartazes obrigatórios com informações ao consumidor.
Com a interdição, a unidade permanece fechada por tempo indeterminado. Em nota, a Bio Ritmo informou que está adotando medidas junto aos órgãos competentes para tentar viabilizar o restabelecimento da operação “o mais breve possível”, dentro das exigências legais. A empresa não informou previsão de reabertura.
A rede, linha premium do mesmo grupo responsável pela Smartfit, reforçou o compromisso com segurança, qualidade e conformidade em todas as unidades.
Outras academias autuadas
No domingo, duas filiais da Smartfit em Copacabana, localizadas na Rua Pompeu Loureiro e na Rua Tonelero, também foram fiscalizadas pelas equipes de Sedcon, Procon e Crefit. Os agentes flagraram ausência de profissionais de educação física habilitados em diferentes pavimentos destinados às atividades de musculação e cardio. Os estabelecimentos possuíam três andares de funcionamento, mas apenas um deles contava com profissional habilitado acompanhando os alunos.
Dois pavimentos de cada academia foram interditados cautelarmente até que os estabelecimentos comprovem a presença de profissionais habilitados em todas as áreas, como determinam a legislação federal e as normas do Conselho Federal de Educação Física (Confef). A paralisação de atividades nestes andares se manterá, segundo o Procon, até que os estabelecimentos habilitem os profissionais conforme determina a legislação federal e as normas do Conselho Federal de Educação Física (Confenf).
As equipes também identificaram problemas de acessibilidade em um dos estabelecimentos. A academia tinha três andares destinados às atividades físicas, mas o acesso era realizado exclusivamente por escadas, sem alternativas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O banheiro da unidade também não era adaptado.
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