A violência que destrói mães e filhas

 

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De dois meses pra cá, dezenas de milhares de pessoas e eu passamos a seguir, no Instagram, uma mulher até então muito off-line. Jaderluce Anísio de Oliveira, a Jade, 53 anos, moradora de São Gonçalo e motorista de transporte escolar, tinha um perfil fechado. Ali compartilhava, para 600 conhecidos, fotos da família, selfies, festas, treinos na academia, o de sempre. Isso mudou no começo de fevereiro, quando Jade abriu seu perfil para divulgar um desabafo desesperado. Ao chegar em casa mais cedo do trabalho, encontrou um vizinho atacando sua filha Alana, de 20 anos. Luiz Felipe Sampaio tentou matar Alana a facadas porque ela disse “não” às investidas amorosas dele. Sabe aquela frase recorrente em casos de feminicídio, sobre o criminoso que “não aceitou o fim do relacionamento”? Nesse caso, nem relacionamento havia. Alana passou um mês no hospital, chegou a ficar em coma. E Jade se tornou uma ativista em defesa das mulheres. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.