Um mês após os terremotos, Daniela Villarroel se lembra dos corpos que precisou contornar para chegar aos sobreviventes presos sob os escombros, dos gritos de pessoas pedindo ajuda e do cheiro de morte que ainda sente em suas roupas.
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A socorrista que trabalhou 18 dias seguidos em área mais atingida pelo terremoto na Venezuela: 'Sinto que nunca vou me livrar deste cheiro de morte'
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Correio Braziliense
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