A razão que pede tempo e a dor que pede agora

 

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"A esperança é a coisa com plumas que pousa na alma e canta sem palavras", escreveu Emily Dickinson. Para nós, essa imagem não é metáfora distante. Ela habita o cotidiano de quem vive entre o rigor de um laboratório e a urgência de um corpo que conhece, na própria pele, o que significa esperar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.