A medicina de precisão chegou às doenças comuns
Durante décadas, a medicina tratou colesterol alto, diabetes, pressão alta e enxaqueca com uma lógica quase industrial: identificar a doença, seguir o protocolo, ajustar a dose e esperar o resultado. Foi assim que salvamos milhões de vidas. Mas está ficando claro que esse modelo, embora útil, já não basta. Dois pacientes com o mesmo diagnóstico podem ter riscos diferentes, responder de forma oposta ao mesmo remédio e carregar mecanismos biológicos muito distintos por trás da mesma palavra escrita no prontuário. A medicina de precisão nasce exatamente dessa constatação: não basta saber qual doença a pessoa tem; é preciso entender que tipo de paciente ela é. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
