Eu acho que vi um gatinho, e não foi o Frajola, que perseguia a Piu-Piu no famoso desenho animado dos anos 1980. Mas sim o Chimi, que, na definição da diretora de arte Júlia Cunha, sua tutora, é “um gato malhado vira-lata muito carente e falador”. A moradora da Urca conta que é acordada bem cedo todos os dias com o miado do bichano em busca de comida.
— Ele parece que tem relógio. Na hora do jantar é a mesma coisa, começa uma gritaria até alguém colocar a comida dele. Também adora sentar no sofá com a gente e ver TV, mas sempre dorme no final.
Júlia explica como o gatinho entrou em sua vida:
— Ele apareceu no quintal da casa dos meus pais bem mirradinho, berrando de fome. Eu não aguentei tanta fofura, ele sempre foi muito carinhoso.
A tutora garante que se você perguntar, o Chimi vai "responder". E se continuar conversando ele não vai parar de "falar", e ainda faz caras e bocas. Está curioso sobre a origem do nome?
— Vem de Chimichurri, mas não me pergunte por quê — avisa Júlia.
Chimi é o destaque da coluna "Amor animal", na edição deste sábado do jornal EXTRA.
Segundo a tutora, Chimi é um típico gato cheio de manias
Da leitora
